Um vida plena e em paz
“Ouvindo, pois, o Senhor
a voz das vossas palavras, indignou-se e jurou, dizendo: Nenhum dos homens
desta maligna geração verá esta boa terra que jurei dar a vossos pais”
(Deuteronômio 1:34-35)
A terra prometida representa um lugar de descanso, de prosperidade e de felicidade. Um lugar que significa a recompensa de Deus depois de um período de muita dor, angústias e restrições. O povo de Deus passou pelo deserto com a esperança de chegar a terra que manava leite e mel, pois essa era a promessa. Portanto, a promessa era de estabelecimento num lugar de paz.
O povo de Israel deveria ter entrado na terra prometida, trinta e nove anos antes, mas por causa da sua incredulidade e recusa em fazer a vontade de Deus, sua entrada foi protelada. Deixar de viver na vontade de Deus e de andar segundo o Espírito pode resultar em atraso no plano de Deus para a nossa vida ou, até mesmo, a supressão total desse plano. Devemos ter um santo receio e inquietação quanto a estar fora da vontade do Senhor e de ser privado da Sua presença, graça e proteção em nossa vida.
Existem pessoas que mesmo
tendo aceito Jesus, continuam tendo uma vida de derrotas. Não possuem uma vida
plena com Deus. A geração que foi liberta do cativeiro do Egito cometeu alguns
pecados que os impediu de entrar na terra prometida e desfrutarem desta vida
plena. Podemos aprender com a experiência deles para não incorrermos nos mesmos
erros.
“E essas coisas foram-nos
feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não
vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; conforme está escrito: O povo
assentou-se a comer e a beber e levantou-se para folgar. E não nos
prostituamos, como alguns deles fizeram e caíram num dia vinte e três mil. E
não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram e pereceram pelas
serpentes. E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram
pelo destruidor.” (1 Coríntios 10:6)
Cobiça
– é o amor pervertido. É o desejo de agradar a nós mesmos à custa dos outros; é
quando se deseja aquilo que não é seu. A cobiça gera inveja. O amor, ao
contrário, é o desejo de agradar os outros ainda que seja à custa de nós
mesmos. Ganância é uma forma de cobiça. O desejo incontrolável. Os hebreus
pecaram quando desejaram as comidas do Egito e reclamaram daquilo que Deus
estava oferecendo a eles. Precisamos nos contentar com aquilo que temos;
Idolatria
– muitos têm como ídolos os bens, estilos de vida, pessoas, pornografia, etc. O
povo cometeu esse pecado quando fizeram para si um bezerro de ouro para
adorarem como Deus (Êxodo 32:4);
Imoralidade
– é um pecado sexual. São atos que trazem prazer a carne mas que estão fora da
Palavra de Deus. Quando uma pessoa pratica a imoralidade, desvirtua um
princípio criado por Deus que é uma vida dentro da moral divina;
Colocar Deus à prova
- é pedir a Deus algo que vá na direção contrária do seu desejo. Podemos dizer
também que o povo não teve fé para crer na promessa. Não entraram no
sobrenatural, não creram na palavra liberada pelo líder Moisés. A Palavra nos
diz que sem fé é impossível agradar a Deus, portanto sem fé não usufruímos das
promessas;
Murmuração
– murmurar é reclamar; é uma insatisfação constante com tudo. Murmuração também
é maledicência, crítica, julgamento e fofoca.
Para vivermos uma vida em plenitude e em paz, precisamos renunciar a esses pecados. Precisamos viver felizes num lugar de descanso. Precisamos alcançar a terra prometida e para atingirmos tal objetivo, não podemos fazer como aquela geração que perdeu a promessa por não viverem segundo a vontade de Deus.
Pr. Rodrigo Deiró



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