Jesus
nunca disse ser um bolo. Ele disse ser o Pão da Vida. O bolo é algo
reservado para ocasiões especiais, para festas, para momentos raros. Mas o pão
é alimento de cada dia, é sustento contínuo, é o que mantém a vida em meio à
rotina. Ao se declarar o Pão, Cristo nos ensinou que Sua presença não é luxo,
mas necessidade; não é enfeite, mas essência; não é eventual, mas constante.
Muitos querem Jesus como bolo: apenas nos dias de celebração, nas horas de
festa, como um adorno religioso para enfeitar a vida. Mas poucos O recebem como
pão: indispensável, diário, vital. O bolo pode esperar, mas o pão não. E assim
também é Cristo: sem Ele não há vida, não há força, não há eternidade. Sem pão,
o corpo enfraquece; sem Cristo, a alma morre.
Muitos
querem tratar Jesus como bolo: apenas para os dias de celebração, apenas quando
há uma data especial ou uma necessidade urgente. Procuram-no como enfeite
religioso, como um detalhe bonito que dá sabor à vida quando convém. Mas Cristo
não veio para ser luxo na sua mesa espiritual; Ele veio para ser o pão
indispensável que sustenta, fortalece e alimenta o coração diariamente. Não há
vida espiritual sem o Pão do Céu, e não há eternidade sem Aquele que disse: “Eu
sou o pão da vida; quem vem a mim jamais terá fome” (João 6:35).
É
nessa mesma linha que precisamos confrontar uma frase muito repetida em nossos
dias: “Nada é errado se te faz feliz”. A autoria dessa frase é atribuída
a Bob Marley, mas poderia muito bem ter sido forjada pelo próprio Satanás, o
pai da mentira. Ela soa bonita aos ouvidos, mas é uma filosofia mortal para a
alma.
A
felicidade não pode ser o critério do certo e do errado, porque a felicidade
humana, quando separada de Deus, é enganosa. A Palavra é clara: “Há caminho que
parece certo ao homem, mas no fim conduz à morte” (Provérbios 14:12). O pecado,
muitas vezes, traz prazer momentâneo, mas é um prazer que cobra caro: ele
corrói a consciência, destrói relacionamentos, e afasta a alma de Deus. Se nada
fosse errado quando gera felicidade, então o adultério seria aceitável, a
mentira seria virtude, a ganância seria bênção, e a traição de Judas teria sido
apenas um ato de autorrealização.
Mas
o Evangelho nos confronta com a verdade: nem tudo que te faz feliz é certo,
e nem tudo que é certo vai te fazer feliz de imediato. A cruz não é um
caminho de prazeres, mas é o único caminho de vida. O pão diário que Cristo
oferece pode não ter a doçura superficial de um bolo, mas tem a substância que
sustenta para a eternidade.
Portanto,
não se engane com frases bonitas que embalam o pecado em papel colorido.
Examine se sua felicidade está baseada na verdade de Cristo ou na mentira do
diabo. O bolo pode até agradar em um momento, mas não sustenta ninguém. O pão,
mesmo simples, é o que dá vida.
Escolha
Cristo. Receba o pão de cada dia. Rejeite a mentira disfarçada de felicidade e
abrace a verdade que liberta.



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