O homem espiritual nasce quando o homem carnal morre
O crescimento espiritual não floresce no ativismo religioso nem no excesso de eventos, mas no silêncio do quarto secreto, onde o coração aprende a ouvir a voz de Deus. Fé não é resultado de movimento, mas de intimidade.
Deus não é um trampolim para quem busca projeção ministerial. Ele não é um meio para alcançar sucesso — Ele é o próprio fim. Muitos têm transformado o altar em palco, e o ministério em carreira. Mas Deus não unge profissionais da fé; Ele unge servos quebrantados.
Há quem fale em nome de Deus, mas não fala com Deus. Prometem prosperidade, tocam nas feridas das pessoas, mas não apontam para a cruz. Falam de um evangelho que agrada o ego, e não confronta o pecado.
A missão de Deus não pode ser cumprida por crentes cheios de si, que arrotam santidade, mas exalam ganância. O Reino não avança com discursos inflamados, mas com vidas rendidas.
A revelação de quem Deus é não é para os curiosos, é para os famintos do Reino. E talvez a espiritualidade que você tanto procura esteja no vau de Jaboque do qual você tem fugido — aquele lugar onde Jacó deixou de lutar com os homens e começou a ser ferido por Deus.
Quando os 24 anciãos lançam suas coroas aos pés do Cordeiro, eles não apenas entregam suas recompensas — eles escondem seus rostos em reverência, reconhecendo que toda glória pertence a Ele.
A revelação de Deus não é para os que buscam fama, dinheiro ou reconhecimento, mas para aqueles que não têm medo de morrer — morrer para o próprio eu, para o orgulho, para a vaidade ministerial.



Amém
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