Não era castigo, era lapidação
Hoje eu entendo que muitos dos meus sonhos, que pareciam tão grandiosos, não passavam de projetos humanos — rascunhos imperfeitos diante dos planos eternos de Deus. Ele precisou frustrar minhas vontades para revelar o que realmente havia escrito a meu respeito.
Hoje eu entendo que o tempo de espera não era atraso, era preparo. Deus não estava me privando do que eu queria, estava me moldando para suportar o que Ele queria me entregar.
Hoje eu entendo que havia mesas onde eu tanto quis sentar, mas que não tinham nada a ver com o meu destino em Cristo. E que segurar pessoas e situações fora da vontade de Deus machuca mais do que soltá-las.
Hoje eu entendo que Deus nunca precisou das minhas habilidades. O que Ele sempre quis foi o meu coração rendido. Eu corri tanto, fiz tanto, tentei agradar a todos — até a Deus — com meu ativismo espiritual, e no fim percebi que fiz muito do que Ele nunca me pediu. Cansaço e frustração foram o preço da minha autossuficiência.
Hoje eu entendo que esperar também é caminhar, e que voltar nem sempre é retroceder — às vezes é o único jeito de seguir na direção certa.
Hoje eu entendo que não era castigo, era lapidação. Deus não estava me punindo, estava me aperfeiçoando. E aprendi que, muitas vezes, Ele entrega o que precisamos em embalagens que não queremos, porque o objetivo não é nos agradar, mas nos transformar.



Amém.
ResponderExcluirDigito amém qd não sei como responder.